O material, criado por Pulickel Ajayan e a sua equipa de investigadores da Universidade Rice de Houston, é feito a partir de nanotubos de carbono e consegue ser quase 30 vezes mais negro do que a substância de carbono utilizada como padrão de negro pelo National Institute of Standards and Technology dos EUA. Para além disso, a substância está próxima do chamado material negro ideal, que absorve todas as cores de luz e não reflecte nenhuma. Com um índice reflectivo total de 0,045%, esta substância é três vezes mais negra do que a liga metálica níquel-fósforo - que até agora detinha o recorde para o material mais negro do mundo. Comparativamente, a tinta preta normal tem um índice reflectivo de 5 a 10%. Ajayan acredita que este material poderá ser aplicado na conversão de energia solar, detecção de infravermelhos e observação astronómica. Fonte: Ciberia |
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