Ray Kurzweil acredita que, à medida que as máquinas ficarem mais parecidas com os humanos, também os humanos se irão assemelhar cada vez mais a elas. Kurzweil defende que será possível entrar em sistemas de realidade virtual através do sistema nervoso e injectar nanobots no cérebro para melhorar a inteligência, memória e sistema imunitário. A fase final desta convergência será um momento denominado "Singularidade Tecnológica", em que homens e máquinas se tornam indistinguíveis uns dos outros. O investigador acredita que o processo já começou: «Nós já somos uma civilização homem-máquina», disse à BBC. «Utilizamos a nossa tecnologia para expandir os nossos horizontes físicos e mentais e esta será uma extensão que vai além disso». Rodney Brooks, professor de Robótica no Massachusetts Institute of Technology (MIT), concorda: «Quem somos nós e quem são eles vai-se tornar numa questão diferente». «Nós iremos ter mais silicone e aço dentro de nós mas também iremos utilizar mais e mais materiais biológicos em robôs, até que no final começaremos a partilhar componentes», vaticinou. Fonte: Ciberia |
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