«Imaginem um mundo onde todas as lojas on-line vendem música sem códigos de gestão de direitos de autor (DRM) em formatos abertos que podem ser licenciados. Nesse mundo, qualquer leitor pode reproduzir música comprada de qualquer loja, e qualquer loja pode vender música que pode ser reproduzida em todos os leitores. Esta é, claramente, a melhor alternativa para os consumidores, e a Apple vai apoiá-la imediatamente», pode ler-se na carta aberta de Jobs. Através do “duo dinâmico” iPod/iTunes, a Apple alcançou a liderança destacada da venda de música na Internet. Para muitos observadores do mercado esta liderança deve-se, em boa parte, à utilização de um formato fechado (o Fair Play) que limita, na maioria das vezes, a audição de músicas descarregadas do iTunes aos leitores iPod e computadores fabricados pela Apple. Jobs justifica a adopção do sistema Fair Play como a única forma de cumprir uma das exigências das quatro maiores editoras discográficas mundiais, que impuseram a aplicação de sistemas anti-pirataria para o fornecimento de música. Jobs faz ainda uma menção às críticas de que o iTunes tem sido alvo na Europa (especialmente, na Noruega, onde as autoridades locais acusaram a loja virtual de ilegalidade): «Na Europa, surgiram várias preocupações em torno dos sistemas de DRM. Provavelmente, quem se sente descontente com a actual situação deva redireccionar as suas energias com vista a persuadir as editoras a vender música sem DRM». Para ler a carta aberta de Steve Jobs, clique aqui. |
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